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A World in HDR – chegou !!!

28/07/2010 às 10:12 am por Rafael Lopes.
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Hoje de manhã tive a agradável surpresa de ser acordado pelos Correios, era o meu livro A World In HDR chegando pelo Amazon depois de 2 meses!

Escrito pelo geek Trey Ratcliff, também conhecido como pai do HDR, o livro é composto não só por várias imagens lindas usando a metodologia, de mas também teoria, arte em geral, luz, perspectiva, composição, softwares, workflow, o que é hdr, etc.

Possui um HDR tutorial maravilhoso, porém destinado a um público um pouco mais avançado, tanto em fotografia quanto em saber mexer nos softwares, além de só ter disponível em inglês. É bom também ter um computador rápido caso for brincar dessas coisas. Tenho HDR meu aqui que ocupa 1GB no hd, portanto precisarás também de um hd robusto. Fora essas ressalvas, é só alegria, recomendo o livro de olhos fechados.

Estou doido pra começar a ler e melhorar minhas habilidades em imagens HDR. Claro que não antes de postar todos os macetes aqui pra você!


Quando o plágio beira o absurdo…

27/07/2010 às 5:30 pm por Rafael Lopes.
2 comentários »


… chega a ser engraçado.

Sempre que posso, ando com minha câmera para fotografar momentos como esse, e acho o trânsito o melhor dos lugares para fotografar essas maluquices! Num determinado dia de chuva em 2009, enquanto passava pela Av. Niemeyer, olhei para o lado e me deparei com isso:

Fotografia cotifiana no mínimo curiosa!

Para quem não sabe, AVG é uma marca de anti-vírus, visualmente diferenciada por logotipo sutilmente diferente (a parte preta é azul). Dá uma olhada no site deles e confere só.

O que é o Canon ECF?

26/07/2010 às 1:03 pm por Rafael Lopes.
1 comentário »


Muito têm-se falado a respeito das novas tecnologias que irão aparecer nas novas câmeras. Entrada pra dois cartões, GPS, 1080p, etc, mas dentre tantas quinquilharias, a que eu mais quero ver funcionando é o ECF. Um assunto quase não explorado e que é difícil achar informações sobre.

ECF é uma sigla para eye-control focus, que pode ser traduzido para algo como foco de controle ocular; que neste post tratarei como “eye-control”. É uma tecnologia única da Canon que permite que a câmera rastreie o que você está olhando através do viewfinder, para que então possa fazer o foco naquele local.

O funcionamento dá-se através de uma série minúsculos leds infravermelhos que emitem energia inofensiva à pupila do olho conforme olha-se no viewfinder. Tais sensores de luz gravam o reflexo que seu olho faz, e através de um algoritmo calculam de forma fuzzy o ponto onde você está olhando. Parte do software da câmera examina estes dados e decide qual ponto de foco está mais próximo (daquele grid tradicional que temos hoje em dia – ver figura ao lado) e seleciona. Se a câmera estiver em AI servo, o foco é ajustado constantemente de maneira automática usando os mesmos algoritmos.

ECF é uma tecnologia muito complexa que envolve muitos fatores diferentes, e como se ainda precisasse dizer: funciona muito bem para algumas pessoas e para outras não. Cada câmera equipada com ECF deve ser calibrada para cada usuário, mas mesmo após tal calibração não há garantia de que o ECF irá efetivamente funcionar para a pessoa. A confiabilidade da nova tecnlologia depende também da velocidade do olho de quem está usando. As primeiras câmeras com ECF, EOS A2E/5, mostraram-se lentas na hora da escolha do ponto de foco correto. A EOS 3 e a Elan 7E/EOS 30/7, que possuem processadores mais rápidos, foram um pouco mais bem sucedidas nos testes e responderam mais rapidamente.

A Canon afirma que essa nova tecnologia de ECF ainda é bem embrionária, e por isso não arrisca colocar em seus produtos recém lançados, pelo (óbvio) fato de querer que eles funcionem em 100% das vezes. Então a tecnologia, por incrível que pareça, está disponível em câmeras analógicas da marca.

Algumas pessoas que utilizam o ECF afirmam ser uma funcionalidade muito útil, e as vezes até mágica (olhar para uma coisa e ela ir para o foco!). Outros acham que é uma engenhoca fútil que não possui funcionalidade alguma e não vai vingar nunca.

Algumas imagens ilustrativas sobre a tecnologia ECF.

Alguns links para estudo da tecnologia

E você, o que acha disso tudo?

10 dicas para fotografar pratos de comida

24/07/2010 às 9:56 pm por Rafael Lopes.
2 comentários »


Começo com a seguinte premissa: fotografar pratos é diferente de fotografar comida.

Quando o assunto é comida gosto de dar preferência aos close-ups e diafragmas mais abertos para fazer um curto DoF. Quando o assunto são pratos, prefiro fazer o oposto. Formulei então 10 dicas que podem ajudar ao fotografar pratos de comida em um ambiente o qual as condições fotográficas não são muito favoráveis – o restaurante; pois a maioria deles não possui um estúdio de fotografia nos fundos, assim como geralmente não dispõe de uma iluminação muito adequada – visto que usaremos diafragmas  bem fechados. Também não existe a possibilidade de você pegar o prato e levar no estúdio, o máximo que você pode tentar fazer quanto à isso é levar sua lightbox para o local, mas como não temos cão, caçaremos com gato! Mãos à obra!

 

  1. Feche o diafragma: trabalhe com f/7+ para que todos os elementos do prato fiquem com nitidez, principalmente quando for fotografar um prato em perspectiva, e não de cima; as fotos devem ser bem iluminadas, porém não prostitua o ISO, o qual não deve passar de 320;
  2. Se for usar flash, cuidado para não estourar o arroz/coisas brancas. Nesse caso, tente usar um difusor, se não adiantar, aponte o flash para um rebatedor branco;
  3. Cuidado com molhos que vão em cima de carnes e frangos, quando for colocá-los não cubra tudo, ou não dará a impressão de que é carne com molho, e sim parmeggiana;
  4. Se todos os pratos saírem ao mesmo tempo, os que possuem tais molhos devem ser fotografados primeiro, ou o molho ficará com um aspecto seco, como um strogonoff velho;
  5. Use pimenta do reino, ou uma salsinha picada ao redor do prato para dar um plus, verde é sempre bem vindo;
  6. Quanto ao fundo/composição, tente adaptar cores mais escuras para comidas quentes (toalha preta com prato branco, por exemplo), e use cores mais claras (toalha branca no prato branco) para fotografar peixes, saladas e comidas mais lights, a composição é muito importante nesse caso;
  7. Convide o observador a comer, inclua em sua foto os talheres e uma bebida, colocando a mesma no lado direito, não esqueça de usar talheres de peixe se for o caso;
  8. No Lightroom, quando houver algum elemento laranja no prato, vá no “Colors” e reduza um pouco a intensidade, o suficiente para balancear com os outros elementos, se houver verde (como brócolis por exemplo) faça o mesmo;
  9. Caso a sombra do prato lhe preocupe, utilize uma toalha escura para que esta fique camuflada;
  10. No Lightroom, vignettes são muito bem vindos, pois dão valor ao único assunto em foco, o prato. Mas não exagere, a fórmula para dar certo é sempre balancear os elementos para criar uma imagem convidativa e agradável.

 

Batata frita com filé mignon e arroz a piamontese

Arroz de brócolis, batata de bola noisette e frango com molho de ervas finas

Arroz integral com filé de peixe e legumes salteados

Deu fome?

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